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Archive for abril \28\UTC 2009

no chão sem o chão

no chão sem o chão

30 de abril, quinta-feira, o cantor e compositor paulistano Romulo Fróes faz o show de lançamento de seu terceiro (e duplo) álbum, “No Chão, Sem o Chão” (YB Music), no Teatro do Sesc Pompéia.
Esse terceiro trabalho foi registrado ao vivo, em estúdio, em duas sessões.

Mesmo com suas exceções, podemos dizer que a primeira sessão contém um núcleo de canções mais nervosas, mais duras; enquanto a segunda é mais solta e retoma a composição a partir desse novo caminho de banda e do contato permanente com a criação e dos parceiros de sempre, Clima e Nuno Ramos.

A banda de Rômulo Fróes é formada por Guilherme Held na guitarra, Fábio Sá no baixo e Pedro Ito na bateria, além de um naipe de metais. O show conta com participações especiais das cantoras Mariana Aydar e Nina Becker, e André Mehmari no piano, que também participam do álbum.

Serviço:

Romulo Fróes @ Sesc Pompéia, São Paulo/SP
Data: 30 de abril de 2009, quinta-feira
Local: Teatro do Sesc Pompéia – Rua Clélia, 93 – Pompéia – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3871-7700
Horário: 21 horas
Ingressos: R$ 16; R$ 8 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudantes com carteirinha); R$ 4 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes)
Capacidade: 706 lugares

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A Virada Cultural de 2009 vem aí e a YB estará presente com vários artistas importantes em nossos 10 anos de história, como Curumin, Instituto, Trio Mocotó, Comadre Fulozinha, Nação Zumbi e Clube do Balanço. A Virada Cultural acontece em São Paulo das 18h do dia 2 de maio às 18h do dia 3 de maio, sábado e domingo, respectivamente.

Veja os locais e horários dos artistas do catálogo da YB.

Largo de Santa Efigênia
01h50 – Curumin
17h20 – Comadre Fulozinha

Praça da República
12h00 – Nação Zumbi

Av. Rio Branco
23h00 – Trio Mocotó
01h30 – Clube do Balanço

Av. São João – Pça. Júlio Mesquita
03h00 – Tim Maia Racional (1975) – Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé

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se vc tb gosta vá se divertir neste site.
http://balldroppings.com/js/

sai coisas assim, ou melhor, sai melhor que isso. o meu filminho não captou o movimento real…


enjoy…

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veja três posts abaixo e pegue as dicas para divertida noite de sexta com a lulina no café elétrico. eu fui na estréia e foi uma delícia. todo mundo é convidado a participar do som e da cena do dvd que está endo gravado . não é web2.0 . é show 2.0!
vejo vcs lá…

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fernet-branca11fernetbrancacoladrinkgcaríssimos,

nesta sexta-feira ensolarada de outono não resisti ao convite de meu amigo ike para um almoço no bom e velho leôncio ( Rua Girassol, 284 Tel: 3812-7309 ). normalmente ataco de bife ancho e um bom tinto argentino. mas ao chegar a mesa já degustavam norteñas e marisqueiras. foi impossível romper o ciclo! bela turma reunida ( hugo prata, jadi e depois o texugo danilo moraes)…
como sempre o antonio executou anchos primorosos na grelha. mas o assunto aqui são os “finalmentes”!
depois de muito meditar decidimos qual seria o drink perfeito para o pós churrasco. e meu voto acabou sendo preponderante.
a dúvida é como batizá-lo. na verdade venho pedindo e explicando o preparo, nem sempre com sucesso, há anos. alguns bares já me servem corretamente. casos do astor, do jacaré e do próprio leôncio. mas eu sempre pensei que a ideia fosse algo comum pelo resto do mundo e raro apenas por aqui. mas acho que não é bem assim. um parênteses: ainda hj é uma delícia pedir um fernet branca para o garçon e escutar “só tem preta”!!!!…
fernet na verdade é um outro nome para bitter ou amaro. ou para nós : amargo.
há grandes fernets no brasil. recomendo o da dubar e o dierva. baratíssimos e excelentes. raros de achar, é verdade…
são ótimos como digestivos ou para acompanhar um chopp. aprendi isso com meu pai. dizia ele que era um programa dos anos 50 “descer para santos e tomar chopp com fernet”…
já fernet branca, para quem não sabe, é uma marca dos “fratelli branca”( irmãos branca) de milão. mas a bebida é escura. quase preta. daí a confusão. é uma verdadeira bebida nacional na argentina ( apesar de ser italiana. ou por isso mesmo…).
ao que eu saiba é fabricada apenas na itália e na argentina.
voltando ao drink. procurei pela internet e não achei o meu drink preferido. resolvi então batalhar por ele.
falta-me decidir seu nome.
fernet frapé ou fernet raspadinha?
explico: o da foto acima é um “on the rocks”. portanto completamente diferente. somente quem tem na memória gastronômica/sentimental uma raspadinha que seja de groselha ou de sei lá qual sabor saberia a diferença.
o gelo deve ser atacado , esmagado, raspado, batido. não pode ter pedaços maiores que um cm e não pode ser aguado.
a bebida deixa de ser tão agressiva aos paladares mais sensíveis mas mantem a força que os mais resistentes querem. isso tudo com a refrescante sensação de algo que lembra ervas e não é doce e enjoativo.
bem , para mim é raspadinha. mas para o mercado internacional acho que frápé pega bem tb, não?

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img_0003estou postando atrasado pois a semana foi corrida.
no último domingo convidados por rômulo froes comparecemos a um almoço na casa do artista plástico nuno ramos para saborear um javali ao molho de pimenta biquinho preparado pelo fabuloso clima. estes três nomes juntos (rômulo, nuno e clima ) são responsáveis pelas músicas e letras bacanas citadas na ilustrada sob o sugestivo título “um soco na mesmice” referente ao cd duplo do rômulo “no chão sem o chão”. papa fina. recomendo, mesmo.
fino também foi o cardápio, o tal javali picante acompanhado por um ratatouille com toques de dendê, e de sobremesa uma salada de fruta “lusófona” bem aromática ( fico devendo o nome do historiador que a perpretou…).
na minha jurisdição ficaram os vinhos.
e vamos a eles:
chatreuse d’hosten , listrac medoc 1995.
já passando um pouco. mas ainda muito distinto e elegante. equilibrado. 12,5 % de álcool, cor rubi meio atijolado. aroma meio fechado no início, com toque animal. depois demonstrou algo mais frutado . foi o preferido meu e do clima.
luis pato vinhas velha 1999, nosso velho conhecido. sucesso garantido de público e crítica. mais encorpado e frutado com todas aquelas características da baga. lembra mais um vinho do novo mundo. combinou muito bem com o javali assim como combina com o leitão à bairrada!
o rioja marques de tomares excellence 2005. um espanhol pop típico, macio, bom corpo, com bastante madeira e muito aroma. desce fácil e combinou bem com o ratatoulie.
de sobremesa, além da salada lusófona, assitimos o finalzinho da virada do santos sobre a pontepreta. para desolação dos são paulinos presentes.

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vou praticamente repassar o pressreleaseemail…
improvisalina
“LULINA CONVIDA VOCÊ PARA TOCAR NA BANDA

Começa hoje a Temporada Improvisalina no Café Elétrico. Trata-se de shows improvisados de Lulina com “A maior banda do mundo”. Uma banda tão grande que inclui você…

Basta aparecer no local, pagar a modesta entrada de 3 reais, tomar várias cervejas, escolher um ou vários instrumentos que estarão espalhados por todo o bar e tocar com a gente. Serão distribuídas letras e cifras para quem quiser participar. Todos os quatro shows da temporada serão filmados (cada um terá um repertório diferente) e quem participar de ao menos 1 deles, vai ganhar o DVD da temporada, para poder mostrar aos netos as coisas que uma pessoa bêbada, em sua mocidade, é capaz de fazer.

Para o caso do pessoal ficar tímido demais, Lulina improvisará, de qualquer forma, seu repertório de 13 músicas diferentes por show, acompanhada sempre de Leo, seu fiel monstro escudeiro.

Venha celebrar a existência das sextas-feiras em grande estilo: tocando e cantando as ironias dessa vida.

*
(o show não é tardão, então podem ir no esquema happy hour, direto do trabalho… deve começar 21h)

* mais infos:
http://cafeeletricobar.blogspot.com
http://www.lulilandia.wordpress.com”

eu sou suspeito. sou fã e produtor da lulina.
como diz o obama : ela é o cara….!

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